Toda cidade do Brasil ganhou um mural, e um dos quadradinhos é seu
No GeoBullet, quem publica a notícia da cidade é você: sem algoritmo, sem anúncio e de graça

(Foto de capa por Angélica Cunha/Projeção Midiática)
Você abre o telefone para saber o que aconteceu na sua cidade e descobre o que aconteceu em Brasília, em Los Angeles e na cozinha de um desconhecido que cozinha bem. O que aconteceu na sua vizinhança, você não viu.
Não foi por falta de quem contasse. Contaram. Alguém fotografou, alguém escreveu, alguém publicou no Instagram, no TikTok, no grupo do bairro. Só que rede social não é organizada por cidade, e quem publica ali não tem nenhuma garantia de entrega: o mesmo post pode chegar a dez pessoas ou a dez mil, e a regra que decide isso não está escrita em lugar nenhum. A notícia da sua rua foi publicada. Ela só não foi entregue.
Do outro lado estão os veículos tradicionais, com linha editorial legítima, que é a escolha de um grupo pequeno sobre o que interessa a milhões, e que quase nunca chega até o seu bairro. Entre a regra que ninguém lê e a pauta que poucos decidem, a notícia de interesse local muitas vezes fica sem visibilidade.
O GeoBullet existe justamente para trazer a solução desse problema.
O mural, o quadradinho e o post-it
Imagine um mural gigante na praça central de cada cidade do país. Todo mundo olha e todo mundo pode colar. Cada pessoa tem direito a um quadradinho, um só, e o mural tem tantos quadradinhos quantas forem as pessoas que resolveram publicar. Quando você cola um papel novo, o anterior não vai para o lixo: fica guardado logo abaixo, à vista de quem quiser conferir.
Isso é o GeoBullet, em versão digital. O mural é a linha do tempo da cidade. O quadradinho é o seu bullet, uma propriedade digital pessoal e intransferível, um por cidade, em quantas cidades você quiser. Ele não se compra e não acaba: a conta é gratuita, e o seu bullet naquela cidade nasce no instante em que você faz a primeira publicação. A publicação mais recente fica em destaque, e as anteriores continuam vivas, no rodapé da atual e no seu perfil, em ordem cronológica.
A regra cabe em uma linha, e ela está escrita
A posição de cada bullet no mural é definida pelo valor acumulado investido nele. Em caso de empate, inclusive empate em zero, aparece na frente quem publicou por último. Acabou a regra. Não existe alcance secreto, não existe castigo invisível, não existe adivinhação.
Compare com o que você conhece: no anúncio das redes, o dinheiro evapora quando a campanha termina. Aqui, cada real investido fica no bullet, não expira e continua contando. Você não aluga uma semana de visibilidade, você acumula presença.
E existe uma parte que não tem equivalente em lugar nenhum: quem gosta do seu trabalho pode fortalecer o seu bullet. Um leitor, um cliente satisfeito, um grupo de vizinhos que quer aquela pauta em evidência, qualquer um pode investir no bullet de outra pessoa para empurrá-lo mais para cima no mural. É a primeira vez que torcer por um autor tem efeito prático e visível.
A plataforma não vende anúncio, e não vai vender. Criar conta, ler e publicar são gratuitos, e o dinheiro vem do investimento dos próprios usuários. Sua atenção não é o produto, porque não existe anunciante para comprá-la.
Uma consequência disso incomoda alguns, e é exatamente o ponto: o seu concorrente pode estar no quadradinho logo abaixo do seu, ou logo acima. O mural não protege ninguém da comparação. Ele obriga a comparação a acontecer no mesmo lugar, à vista do leitor, que decide sozinho, sem ninguém filtrando por ele.
Aqui tudo é post, e todo post é notícia
Não existem formatos diferentes para tipos diferentes de assunto. Show, lançamento de livro, promoção da loja, artigo científico, denúncia de buraco na rua: tudo entra pela mesma porta, com manchete, subtítulo e foto de capa. É por isso que nada ali parece propaganda, nem quando é.
O corpo do post aceita texto, fotos, áudio, vídeo do YouTube incorporado e links. E dentro do próprio post existe uma seção de produto ou serviço, com foto, preço, descrição e link de compra: quem vende conta a história e oferece na mesma página, sem precisar transformar o texto em anúncio.
Quando você compartilha o link no WhatsApp ou no Telegram, ele chega exatamente como chega uma reportagem de jornal grande: card com a imagem, manchete em negrito, subtítulo logo abaixo.
A consequência prática é a melhor parte. Seu alcance não depende só do movimento da plataforma: você traz seu próprio público, e ao trazer o seu público você entrega leitor para os outros bullets da cidade, que fazem o mesmo por você. Quem está no topo do mural pode ter poucos cliques, e quem está embaixo pode viralizar. Posição se investe, leitura se conquista.
O perfil que aposenta o agregador de links
Foto, nome, a sua cidade, bio de 200 caracteres, seus links e, abaixo de tudo, cada publicação sua em ordem cronológica. Dá para curtir, comentar e compartilhar. O perfil funciona como blog pessoal, portfólio datado, arquivo de trabalhos e até site institucional para a organização que ainda não tem um. É a mesma função daquele agregador de links, com um acervo por cima e um endereço que diz de onde você fala.
Para quem isso serve
Para o jornalista e o estudante de jornalismo que precisam de matéria assinada e datada. Para o publicitário, o artista que lança, o produtor que precisa lotar o evento, o pesquisador com trabalho engavetado, a liderança comunitária e religiosa, o comerciante com produto para mostrar, o morador que quer cobrar o buraco da rua ou qualquer pessoa interessada em se fazer vista e ouvida na cidade pelo motivo que seja.
Para organizações, há um detalhe que resolve um problema antigo: dá para nomear editores ou correspondentes em cada cidade sem nenhum risco de perder a propriedade do bullet daquela cidade, que continua sendo da organização. Quem escreve pode mudar; o espaço não muda de dono. E veículos tradicionais não têm o que temer: podem usar o mural para divulgar o próprio trabalho, como já fazem nas redes sociais.
O poder público pode usar hoje, não amanhã
Prefeito, secretário municipal e vereador já podem abrir o bullet da sua cidade e falar com o morador sem intermediário, sem verba de publicidade e sem depender de alcance concedido por uma plataforma estrangeira. O mandato ganha um arquivo público e datado do que prometeu e do que entregou, e ganha um termômetro honesto: o mural mostra o que a cidade está reclamando, escrito por quem mora ali.
Governo estadual e federal ganham a mesma coisa, multiplicada. Uma secretaria estadual pode ter bullet em cada município e anunciar a obra, o mutirão ou o prazo exatamente onde aquilo acontece, em vez de gastar campanha estadual falando para quem não é afetado. Um deputado presta contas cidade por cidade da sua base. Um ministério explica um programa federal no mural do município que vai receber o programa. Comunicação pública segmentada por território, com registro permanente, custo baixo e nenhuma intermediação.
O que não entra, e onde isso já funciona
Aposta, pornografia, discurso discriminatório e qualquer violação do Estatuto da Criança e do Adolescente. Qualquer usuário pode denunciar, e a punição vai de advertência à remoção do post ou ao banimento. Fora essa lista, o espaço é seu: notícia, evento, agenda cultural, guia para turista, receita, artigo científico, poesia, música, análise política, lançamento.
O mapa cobre todos os municípios do Brasil, o distrito estadual de Fernando de Noronha e as cidades satélites do Distrito Federal. Os rankings municipal, estadual, nacional e mundial são abertos a qualquer usuário.

Thiago Lyra - idealizador, fundador e CEO do GeoBullet
(Foto por Angélica Cunha/Projeção Midiática)
Um mês de vida, e por que isso joga a seu favor?
O GeoBullet entrou no ar há um mês e o tráfego ainda é pequeno. Não faz sentido esconder um dado que qualquer pessoa confere nos rankings abertos da plataforma. Chegar cedo custa paciência e paga uma coisa que não se repete: quase todos os murais do país ainda estão vazios, e ninguém ainda é a referência de nada. Quem ocupar primeiro o mural da sua cidade vai ser lembrado como o primeiro.
A plataforma foi idealizada e desenhada pelo jornalista e consultor criativo Thiago Lyra, seu CEO, responsável pela concepção, pelo front-end e pela interface e experiência de uso. Foi fundada com Jorge Duro, multiempreendedor e doutor em Administração pela PUC-Rio, e com Anderson La Fauce, programador responsável pela plataforma, que construiu o back-end e transformou o desenho em software funcionando.
A única pergunta que importa
Você prefere ler a notícia da sua cidade ou publicar a notícia da sua cidade? Assistir a quem é notícia ou ser notícia? Leitor ou jornalista? Espectador ou protagonista? No mural da sua cidade dá para ser os dois, e a escolha é sua!
Sobre este texto. Ele é um advertorial: publicidade escrita em formato de artigo, que informa primeiro e vende como consequência. Recomendamos esse formato a quem for divulgar negócio no GeoBullet, porque post com cara de anúncio ninguém lê. E sim, este texto foi escrito por uma inteligência artificial a partir de um briefing longo, revisado e publicado por gente, que é exatamente o trabalho que a plataforma tende a criar: o do bulleter.
Assista ao vídeo
R$ 14,00
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